No terminal de acrílico
cartazes rasgados
não o alarma a cidade
E da avenidaonde figuravam
centauros,foliões e malabares
restou apenas a viscosidade nos panfletos
Neles, o cãosinho perdido
a massagista
o voto entediado
À noite temoé que me aporte a alma
tenaz mordaça.
Esboço um bem-estar
forjado à fármacos e,
nestas condições
gosto de pensar que sou um asceta
de sorriso pouco elástico, mínimo pictórico...
e as consoantes. Ah, as consoantes.
Indistintamente provam sua excelência
através de indevida ingestão.
No trânsito-caroço.
Na fila do banco-caroço.
No tropeço do salto que emerge
dos finais de estoque.
é essa apatia de caráter histórico
entre as opções sem rosto
e o cansaço insone,
inventa as horas.
sexta-feira, 6 de abril de 2007
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